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dr_teixeira@hotmail.com


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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Livro Interessante!

Pode ser que você não consiga aprender tudo sobre negócios numa pescaria. Na verdade são necessários anos de aventuras empresariais para compreender a complexidade do ambiente corporativo. Mas o pescador é um sujeito audacioso, que adora passar seus conhecimentos.


Espero que os conhecimentos e reflexões apresentados neste livro possam ajudar na sua vida, no gerenciamento de seu negócio que, assim como numa pescaria, você tenha momentos de distração e aprendizado que rendam muitos peixes e bons causos para contar.

Selecionei dicas e boas práticas que devem ser adotadas (chamadas de "Jogue a isca") e aquelas que precisam ser evitadas ("Não jogue a isca"). Acrescentei também relatos de casos que presenciei ou ouvi ao longo de minha carreira profissional como executivo e consultor. Algumas dessas histórias são positivas, outras não. Umas parecem tão absurdas que você pode até pensar "Esta, nem pescador teria vontade de contar". Todas são verdadeiras, acontecem nas empresas e devem ser vistas como modelos de comportamento a ser evitados ou copiados.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dourados Ganha o melhor site de Noticias!!!

Nada mais que a verdade, essa é a proposta do novo site de notícias douradense, o Douranews.
Com desing inovador e profissionais de qualidade, o amigo Clóvis de Oliveira, nos presenteia com esse site que na minha opinião, já é o melhor pela sua imparcialidade na informação e agilidade na divulgação dos fatos, exibindo-os na hora em que eles acontecem!

No http://www.douranews.com.br/ você pode comentar as matérias e os comentários aparecem em seguida, prova de imparcialidade, o site traz também propostas inovadoras como a seção "Eu Reporter" na qual o leitor pode se cadastrar e enviar sua matéria com simples clicks, anexando imagens ou videos.
Nunca na história de Dourados tivemos a oportunidade de tornar público nossos pensamentos através de matérias através de sites antes "renomados", na maioria das vezes nos ignoram apenas, como se não tivéssemos dedicado tempo e carinho naquilo que queriamos dizer.
(Acho que foi por isso que montei o blog rs.) 
Mas agora, graças a bela iniciativa do amigo Clóvis, o Douranews caiu no graça do internauta, e nós do Churrasco & Pescaria, apoiamos esse tipo de iniciativa e não poderiamos deixar de noticiar esse grande acontecimento, o Douranews!

Acessem já!


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dokay - SushiBar

Galera, nossa amiga de infância, Nayara Souto,

mais uma prova viva de que quem prova da agua de Dourados um dia volta para cá, juntamente com seu marido,

Alexandre,
resolveram nos presentear com um Sushi Bar encantador! Com estrutura aconchegante, comida excepcional, atendimento especial,

o Dokay SushiBar abre suas portas nesta sexta dia 20/08 na rua Firmino Vieira de Matos entre a Av. Marcelino Pires e a Joaquim Teixeira Alves, em frente ao estacionamento do Banco do Brasil da Marcelino e promete ser a opção perfeita para quem gosta da cozinha oriental. Então não perca tempo! Combine hoje mesmo com sua namorada ou namorado, chame mais alguns casais e prestigiem! Vale a pena!

domingo, 1 de agosto de 2010

Belas, traiçoeiras e mortais!!!!

As serpentes brasileiras, são responsáveis por milhares de acidentes por ano em todo território nacional. Como em pescarias é comum o encontro com esses répteis temidos pela maioria dos pescadores, resolvi postar essa matéria.
1. Bothrops – são as jararacas. Jararaca é um nome enganoso porque, tanto se refere a uma espécie, a Bothrops jararaca, como é o nome coletivo do gênero Bothrops. Compreende umas 20 espécies: B. jararaca, que é a jararaca propriamente dita, B. alternatus, que é a urutu ou cruzeira, B. atrox, também chamada de jararaca ou de combóia, B. bilineatus que é verde e vive nas árvores e, por isso, chamada de cobra-papagaio, a B. insularis, uma jararaca singular que só tem na Ilha Queimada, no litoral paulista, na altura da cidade de Santos. O veneno dessa jararaca é muito potente, pelo menos para pássaros dos quais essa cobra se alimenta quase que exclusivamente.

Se não fosse isto, o animal morreria de fome, pois, após a picada os pássaros voariam muito longe, fora da alcance da serpente. E assim há muitos outros ofídios do gênero Bothrops cujos representantes são encontráveis em todo território nacional.
As principais jararacas, encontran-se com maior frequencia em lugares úmidos, como beira de valetas, varjões, alagados, buracos de tatu, cupinzeiros, buracos em arvores e entulhos.
 Existem no Brasil 60 espécies de cobras venenosas, mas são as jararacas as responsáveis pelo maior número de ataques - cerca de 85% do total.

Crotalus – são as cascavéis, com seu guizo ou chocalho típico. A espécie é durissus, com numerosas subespécies, todas muito parecidas umas com as outras. Sua distribuição geográfica é mais restrita a áreas secas e arenosas das regiões sul, sudeste e centro do país. O maior número de acidentes por cascavel ocorre no Estado de São Paulo.
Lachesis – é a surucucu, o maior dos ofídios venenosos do país. A espécie encontrada com maior freqüência é a Lachesis muta muta, que pode alcançar 3 metros ou mais de comprimento. Na fronteira da Amazônia brasileira com outros países existem algumas outras subespécies. A particularidade mais chamativa da surucucu é a mudança da posição das escamas na ponta da cauda. Em vez de ficarem deitadas sobre o corpo, nesta região as escamas estão eriçadas. É uma serpente cujo habitat é a floresta tropical e, portanto, são mais comuns no norte do Brasil.

As cascavéis, com o característico chocalho na extremidade da cauda, e as surucucus, que atingem o comprimento máximo de 4,5 metros, causam pouco mais de 10% dos acidentes e preferem lugares secos e descampados, como pastagens, beiras de estradas, terrenos pedregosos e lugares com muito sol.


Elapidae  - São as corais e pertence o gênero Micrurus que é das serpentes corais venenosas. Temos várias espécies, corallinus, fisherii, frontalis, etc... todas com características marcantes: são ofídios pequenos, de 15 a 60 cm de comprimento, excepcionalmente 1 metro, tendo anéis de cor negra e vermelha, ou, ainda, branca e amarela, bem brilhantes e muito nítidos. A cabeça dessas cobras é pequena e estreita, quase da mesma largura que o corpo e não possui fosseta loreal. A boca também é pequena e as presas são do tipo proteróglifo, isto é, com sulcos e fixas na região anterior do osso maxilar. Estes detalhes são quase que irrelevantes considerando o colorido inconfundível da pele destes ofídios. Não há como não reconhecê-los. A única confusão possível é com a cobra-coral-falsa. Esta é de outra família, Aniliidae, e é uma serpente áglifa, sem presas. Tem anéis pretos e vermelhos mas menos nítidos que as corais verdadeiras.

Não procure distinguir as cobras corais verdadeiras das falsas!

Deixe este trabalho para especialistas e não mexa com essas serpentes porque são extremamente venenosas!
As cobras corais têm hábitos noturnos e subterrâneos. Ficam embaixo de folhas, de tocos podres ou da terra fofa. São encontráveis em todas as regiões do Brasil e responsáveis por pouco mais de 1% dos acidentes.

As Sucuris, também conhecidas como anaconda, não são venenosas, mas merecem respeito, são as maiores serpentes do mundo, podendo alcançar até 12 metros de comprimento, e causam ao menos 230 acidentes no brasil por ano. Com um corpo muito forte, geralmente quebra todos os ossos da sua vitima para ficar mais facil para engolir. Quando alimentada, pode ficar mais de 45 dias sem comer novamente, mas quando esta faminta, espreita a vitima com sagacidade e seu ataque dificilmente tem resultado negativo. Capaz de engolir um bovino médio, geralmente vive em lagoas e rios, onde encontra alimento com facilidade pois todos os animais precisam beber agua. Em campo aberto e seco  não é tão perigosa, mas dentro da agua é realmente fatal, pois quando ataca a vitima, geralmente já esta com o seu rabo preso em algum tronco ou pedra embaixo da agua e isso lhe da um apoio na hora do bote.




Dicas: De acordo com o instituto Butantan, as cobras e serpentes peçonhentas, geralmente dão o bote abaixo do joelho, então se voce está de botina ou coturno esta apenas 50% protegido.
Não coloque a mão em buracos, cupinzeiros, troncos ocos, e evite ficar em alagados ou perto de entulhos. Geralmente essas peçonhentas não atacam você a não ser que você pise nelas, ou mexa com elas, mas como sua camulflagem é muito boa, vale a regra do escoteiro aqui, Sempre Alerta!



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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Etiqueta inteligente, carne saudável!!

A agência de design japonês TO-GENKYO, criou uma espécie de etiqueta, em formato de ampulheta, que indica a qualidade da carne ao consumidor. A etiqueta foi fabricada com uma tinta especial, uma tinta sensível, que muda de cor a medida em que a amônia é liberada. Pra quem não sabe, com o tempo, as carnes liberam amônia, tornando-a imprópria para o consumo.




A amônia ao entrar em contato com a etiqueta, fará que esta altere sua cor, escurecendo assim o código barras, o que impossibilitará a carne de ser comprada

Agora resta saber quando chega no mercado brasileiro....alias, se chegar aki vai se chamar "Jeityo" brasileiro, pois quando indicar que a carne não esta apta ao consumo, o brasileiro se encarrega de coloca-la em outros produtos, como salgados por exemplo. ja diria o grande cara, que apesar de encontrar com ele na feira direto, nao lembro o nome, , " na natureza nada se cria na de se forma, tudo se transforma"

terça-feira, 13 de julho de 2010

Atenção Pescador! Nova licença de pesca do MPA!

MUDOU O FORMULÁRIO - MUITA ATENÇÃO Segundo fontes federais, os FORMULÁRIOS DE LICENÇAS DE PESCA DO IBAMA não mais tem validade desde dia 30 de junho passado. Isto porque as licenças de pesca passaram, após essa data, a ser concedidas pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), nos termos da lei. As licenças anteriores do IBAMA, com validade ao longo da temporada de 2010, certamente continuarão tendo validade até a data do seu vencimento. Entretanto, as licenças tiradas a partir de 30 de junho com o formulário errado (ou seja, do IBAMA) poderão ser questionadas pelos fiscais e demais autoridades do universo da pesca brasileira. Portanto, lembre-se: USE FORMULÁRIO DO MPA desde já a fim de evitar transtornos em suas viagens de pesca. Segue o link para preencher o novo formulário (somente disponível on line) e obter mais orientações: >>> http://www.mpa.gov.br/#destaques/nova-licenca-pesca

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Como acender o Fogo



por Embaixador do Churrasco



Limpar a churrasqueira, para retirar possíveis cinzas úmidas do churrasco anterior. Então, colocar o carvão no canto da churrasqueira pois assim vai esquentar também a parede lateral da mesma.



Se acender com alcool, atenção: tem que ser o de 90º graus, pois o de 46º graus tem muita água e o fogo não vai pegar. Além disso, muito cuidado com a manipulação e a quntidade, coloque aproximadamente 150 ml de alcool em um copo e derrame o mesmo no centro do carvão que está dentro da churrasqueira.



Imediatamente, antes de acender, coloque pedacinhos de gordura retirados da própria carne espalhandos sobre o carvão. Além de facilitar a propagação do fogo, pois a gordura vai derretendo e impreguinando no carvão, também funciona como propaganda do seu churrasco para a vizinhança, a fumaça vai ficar bem cheirosa.



Só coloque a carne sobre a cima do carvão quando o carvão estiver em brasa. Do contrário, o gás tóxico do carvão vai condenar o seu churrasco, causando asia e outros possíveis sintomas desagradáveis.



Quando a brasa estiver bem intensa, espalhe o carvão, nunca utilizando toda a churrasqueira, pois é aconcelhavel deixar uma parte da mesma sem chama, pra poder ter menos caloria para o joqueio no momento do preparo.



O tempo do preparo da brasa varia conforme o tipo de churrasqueira e material. Se é de latão ou alvenaria, com tijolo refrátario ou não, profundidade, abertura da boca (abertura frontal), área interna, etc.

Dica Clube da Picanha: Um jeito mais fácil, é fazer uma bola com o próprio papel do carvão, embebida em óleo de cozinha, coloca-la no meio do carvão ja na churrasqueira, cobri-la não totalmente com um pouco de de carvão, pois o fogo precisa de oxigenio, e ascender!

sábado, 10 de julho de 2010

Peixes & Dicas!

BARBADO (Pinirampus pirinampus)


Descrição: É um peixe de couro, que varia de 3 a 5kg, mas pode chegar aos 12kg. É encontrado em toda a região Norte, Centro-Oeste, Sul e nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Tralha: Varas de ação média ou média/pesada, linhas de 17 a 25lb, anzóis de 4/0 a 8/0 e iscas naturais (peixes inteiros ou em pedaços da região).

Tamanho mínimo para captura: 40cm
 
CACHARA (Pseudoplathystoma fasciatum)


Descrição: Pode alcançar 1,2m de comprimento e 20kg, e é encontrada em toda a região Norte e Centro-Oeste, além dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.

Tralha: Varas de ação média/pesada, linhas de 20 a 25lb com empate, anzóis de 6/0 a 10/0, iscas artificiais (plugs de meia água e colheres) trabalhadas no fundo, iscas naturais (peixes inteiros ou em pedaços) da região, como os Sarapós, as Tuviras, os Lambaris e Piaus.

Tamanho mínimo de captura: 80cm
 
CACHORRA (Hydrolycus scomberoides e Raphiodon vulpinus)


Descrição: Com caninos que ultrapassam a base do pré-maxilar, chega a 1,2m e mais de 15kg. É encontrada nas regiões Norte e Centro-Oeste, além dos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Tralha: Varas de ação média ou média/pesada, linhas de 14 a 25lb, iscas naturais (peixes inteiros ou em pedaços) da região, iscas artificiais (plugs de meia água, poppers e hélices).

Tamanho mínimo para captura: 40cm
 
CURIMBATÁ (Prochilodus lineatus, Prochilodus scrofa e P.platensis)


Descrição: Chega a 8kg e 80cm. e é encontrado em toda a região Norte, Centro-Oeste, Nordeste, além dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Tralha: Varas de ação media ou de bambu (de 1,8 a 5m com linha maior que a vara), linhas de 16 a 20lb, iscas naturais (massa de farinha de trigo, minhoca, salsicha, coração de boi e galinha).

Tamanho mínimo para captura: 40cm
 
DOURADO (Salminus maxillosus)


Descrição: Peixe predador e saltador, é conhecido por "rei do rio" e alcança 25kg de peso e 1 metro de comprimento. Pode ser encontrado nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

Tralha: Varas de ação média a pesada, linhas de 17 a 30lb, empate de 30cm, anzóis de 3/0 a 8/0, iscas artificiais (plugs de meia água e colheres), iscas naturais (peixes inteiros ou em pedaços) da região.

Tamanho mínimo de captura: 55cm (Pantanal); 60cm (Rio São Francisco)
 
JAÚ (Paulicea lutkeni)


Descrição: Pode chegar a 100kg e 1,5 metro de comprimento e é encontrado nas regiões Norte e Centro-Oeste, além dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Tralha: Varas de ação pesada, linhas de 30 a 50 lb, anzóis de 10/0 a 14/0 com encastoador, iscas naturais de pequenos peixes, muçuns e minhocuçus.

Tamanho mínimo para captura: 95cm
 
JURUPOCA (Hemisorubim plathyrhynchos)


Descrição: Pode chegar a 10kg e cerca de 1 metro de comprimento, e é encontrada nas regiões Norte e Centro-Oeste, além dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

Tralha: Varas de ação média ou pesada, linhas de 17 a 25 lb e anzóis de 2/0 o 6/0, iscas artificiais de fundo, iscas naturais de peixes (sardinhas, lambaris e curimbas).
 
LAMBARI (Astyanax spp ou Mimagoniates spp)


Descrição: Dificilmente passa de 20cm e é encontrado em todas as regiões do país.

Tralha: Varas de bambu ou varas de ação leve (podendo ser usado, também, equipamento de fly número 2), linhas de 2 a 6 lb anzóis tipo mosquito, iscas naturais de queijo, macarrão, minhocas, insetos (iscas variadas no fly).
 
PACU (Piaractus mesopotamicus)


Descrição: Pode atingir 1 metro de comprimento e até 20kg, e é encontrado em todas as regiões do país.

Tralha: varas de ação média com carretilha ou molinete (linhas de 14 a 20 lb) ou vara de bambu (de 2 a 4,5m e linhas de 0,45 a 0,70 mm), anzois de 3/0 a 6/0, com encastoador ou empate (de 5 a 10 cm), iscas naturais de carangueio, caramujo, coquinho, peixes em pedaços, tucum, minhocuçu e massa de farinha de mandioca.

Tamanho mínimo para captura: 40cm
 
PIAPARA (Leporinus obtusidens)


Descrição: Atinge 6kg e 80cm de comprimento, e é encontrada nos estados de Mato Grosso do Sul, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Tralha: Varas de bambu ou varas de ação média, linhas de 12 a 15lb, e anzol pequeno, iscasnaturais de milho verde ou azedo, massa e caramujo.

Tamanho mínimo para captura: 30cm

PIAVUÇU (Leporinus sp)

Descrição: Chega a 5kg e é encontrado na região Centro-Oeste, além dos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Tralha: Varas de bambu ou varas de ação média, linhas de 12 a 14lb, e anzol pequeno, iscas naturais de milho verde ou azedo, massa, caramujo, pedaços de peixes, caranguejo.

Tamanho mínimo para captura: 40cm

PIRACANJUBA (Triurobrycon lundii)

Descricão: Atinge 5kg e 60cm de comprimento, e é encontrada nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Tralha: Varas de ação leve ou média, linhas de 8 a 14 lb anzóis de 1/0 a 3/0, iscas naturais (de pequenos peixes, frutas, bolinhas de massa e grãos de milho).

Tamanho mínimo para captura: 40cm

PIRANHA (Serrasalmus spp)


Descrição: Atinge 6kg e 80cm de comprimento, e é encontrada em todas as regiões do país.

Tralha: Varas de ação média, linhas de 14 a 20 lb, anzóis de 3/0 a 6/0, iscas naturais de peixes, iscas artificiais (de meia água).

Tamanho mínimo para captura: 25cm
 
PIRAPUTANGA (Brycon orbygnianus)


Descrição: Atinge 3kg e 50cm de comprimento, e é encontrada nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Tralha: Varas de ação leve ou média, linhas de 6 a 12lb, anzóis pequenos, iscas naturais (frutas da região e pequenos peixes), iscas artificiais (spinners e plugs de meia água).

Tamanho mínimo para captura: 30cm
 
PINTADO (Pseudoplathystoma corruscans)


Descricão: Pode chegar a 80kg e 2 metros de comprimento e é encontrado na região Centro-Oeste do país, além dos estados de Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul.

Tralha: Varas de ação média/pesada, com linhas de 17 a 30 lb, iscas naturais de peixes (Cascudinho, Tuviras, Jeju, Sarapó, Lambaris, Piaus, Curimbatás), minhocuçu, iscas artificiais (plugs e colheres).

Tamanho mínimo para captura: 80cm

TAMBAQUI (Colossoma macropomum)

Descrição: Atinge 30kg e 1,2 metro de comprimento, e é encontrado na região Norte, além dos estados de Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Tralha: Varas de ação média ou pesada, linhas de 17 a 30 lb, empates, anzóis de 2/0 a 8/0 iscas naturais (frutos da região e minhocuçu).

Tamanho mínimo para captura: 55cm

TRAíRA (Hoplias malabaricus)

Descrição: Atinge 3kg e 60cm de comprimento, e é encontrada em todas as regiões do país.

Tralha: Varas de ação leve, podendo ser utilizado equipamento de fly (número 3 ao6), linhas de 10 a 20 lb, anzóis de 1/0 a 6/0, empates, iscas naturais (pedaços de peixes e de frango), iscas artificiais (spinnerbaits, spinners, poppers e sapos de borracha).

Tamanho mínimo para captura: 30cm

TUCUNARÉ (Cichla spp)


Descrição: Atinge 16kg e 1,2 metro de comprimento, e é encontrado nas regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste.

Tralha: Varas de ação média ou pesada, podendo ser utilizado equipamento de fly (número 6 ao 10 com iscas streamers e poppers), linhas de 17 a 30 lb, empate de 0,60 a 0,70mm, anzois de 2/0 a 4/0, iscas artificiais (plugs de superfície e meia água, spinnerbaits, jigs, spinners, e colheres), iscas naturais (camarões e peixes).

Tamanho mínimo para captura: 35cm

 
Agora que está preparado boa pesca!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Como temperar seu churrasco!





Hoje em dia existem vários tipos de tempero para a carne, porém a maioria acredita que o melhor ainda é usar apenas sal grosso. Para melhores resultados, separe os cubos mais grossos de sal dos mais finos, usando somente os mais grossos para temperar a carne. Não use sal refinado (sal de cozinha), pois o risco de salgar a carne em excesso é muito grande. Não é recomendado o uso de salmoura (mistura de água e sal refinado), pois a água muda o pH da carne e, juntamente com o sal fino, enrijece as fibras e endurece a carne.



Não use sal grosso úmido, pois ele faz com que a carne absorva muito mais o sal, comprometendo seu sabor. Para retirar a umidade do sal, basta aquecê-lo por alguns minutos em uma travessa no forno, mexendo constantemente até que fique seco.



Não se deve temperar a carne com sal grosso com muita antecedência pois a carne resseca. Para salgar a carne de forma correta, espalhe sal grosso em toda a superfície da carne. Quando a carne começar a transpirar significa que o sal está ficando bem aderido e entrando na carne (e não retirando o suco, como se imagina). Este é o momento certo de levá-la à churrasqueira. Antes, porém, você deve retirar todo o sal da mesma, esfregando a carne com as mãos. Com esta dica você raramente irá errar no sal.



Retirando o sal para servir

Para tirar o sal da carne, segure o espeto firmemente e bata a carne com as costas de uma faca. Faça isto longe do fogo, pois o sal pode estourar em seus olhos se a carne ainda estiver dentro da churrasqueira.



Fonte: SIC - Serviço de Informação da Carne

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Dica de como cortar sua carne para churrasco!

A maneira de cortar pode significar a diferença entre um bife macio ou duro

Você sabia que o jeito de cortar a carne pode significar a diferença entre um bife macio e um bife mais duro? Descubra aqui um importante segredo, detalhe a que pouca gente presta atenção, mas que faz uma diferença enorme na maciez da carne.




"Corte as carnes sempre no sentido contrário ao das fibras."



Como se faz isso? Basta posicionar a lâmina da faca em relação às fibras de modo que forme com elas um ângulo de 90 graus (sentido transversal). Esse procedimento garante que a faca faça o trabalho mais difícil (o de cortar as fibras), deixando ao dente o trabalho mais fácil (o de apenas separar as fibras). A título de esclarecimento, aquilo que chamamos de fibra da carne é, na verdade, um feixe ou fascículo de células musculares.



Infelizmente nem todo açougueiro sabe disso. Por isso, se você observar que a carne não está sendo cortada dessa maneira, ensine ao profissional esse pequeno segredo.



Tenha cuidado ao cortar a carne no churrasco, pois, se ela ainda estiver no espeto, a tendência será cortá-la paralelamente a ele, o que, muitas vezes, não é o ideal (por não estar necessariamente no sentido contrário ao das fibras).



Prefira sempre as facas sem serra, pois a serra rasga a carne. Use sempre facas com lâminas bem afiadas e, para cortar, faça que deslizem na carne com uma leve pressão.

fonte: sic.org.br